domingo, 6 de março de 2011

GRAJAÚ - ESTADO DE EMERGÊNCIA EM GRAJAÚ

GRAJAÚ - ESTADO DE EMERGÊNCIA EM GRAJAÚ

RIO GRAJAÚ SOBE MAIS DO QUE O ESPERADO E AMEAÇA CARREGAR A PONTE DE TÁBUA CARTÃO POSTAL DA CIDADE.

Desespero dos ribeirinhos que vivem às margens do Rio Grajaú no bairro Trezidela, as águas do rio já assustadoramente de forma inesperada. Ontem por volta das 20h35min as Equipes de Reportagens do Diário do Grajaú, Blog Grajaú Alerta e Realidade da Tela ficaram de plantão até as 2h00min da madrugada nas proximidades da ponte de madeira [esta ainda construída da gestão do então Prefeito Livino de Souza Rezende na década de 70] acompanhando os trabalhos dos garis e homens contratados pela Municipalidade, onde os mesmo retiravam árvores, galhos, folhagens e todos os entulhos que ficavam presos à ponte sobrecarregando-a.

Garis ficaram até o quando não suportavam mais, os o perigo era visível e a qualquer momento a ponte poderia ruir. A Prefeitura de Grajaú não distribuiu nenhum material de segurança para os homens que ali arriscavam suas vidas, pois não eram pessoas especializadas em fazer tal serviço, sendo isto de responsabilidade da Defesa Civil ou do Corpo de Bombeiros [nunca foi criado em Grajaú], em seguida abandonaram os trabalhos devido à força das águas que avançavam com muita velocidade e começavam a passar sobre a ponte, causando perigo de vida aos que ali trabalhavam.

Na manhã de hoje quarta-feira (02) voltamos ao rio, e constatamos uma enchente fora do normal e muitas casas alagadas. A Ponte de Madeira ficou totalmente submersa pelas águas do Grajaú, mesmo boa parte dos cabos de aço que dão sustentação ao vão central, chegando à altura de aproximadamente 1m e nas cabeceiras de 1m e 60 cm. Segundo informações a última enchente que aconteceu no rio dessa forma, foi no ano de 58 foi, disse o Sr. Donato à Equipe do Diário do Grajaú. Muitos curiosos estão de plantão às margens do rio observando o que talvez possa acontecer, “o rompimento dos cabos da ponte”, que é o que não queremos que aconteça com este monumento histórico.

Na Rua Salomão Barros que dá acesso ao centro da cidade, a água do rio já ultrapassou, os veículos e motos estavam passando dentro d’água, para amenizar a situação todo o transito desses veículos, o local foi impedido pela guarda municipal e nenhum veículo passa pela Rua Salomão Barro, esta é a orientação da Companhia de Trânsito da Prefeitura da cidade até o momento.

Vários Agentes de Trânsito foram espalhados em pontos estratégicos para tentar evitar o acesso de veículos automotores nas ruas que estão sendo alagadas.

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